Fim do mês de fevereiro e com ele novos aprendizados, erros, acertos, muita coisa boas e outras nem tanto, mas seus ensinamentos nos marcam e dentre as postagens publicadas no nosso blog neste mês, destacamos as mais lidas:
1º - O tamanho ideal do quadro da bicicleta
2º - I Etapa do campeonato Sergipano de Mountain Bike 2013
3º - Obtenha melhores resultados com treinos intervalados
Março que se prepare, que nós vamos lhe usar.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
I ETAPA DO CAMPEONATO SERGIPANO DE MOUNTAIN BIKE 2013
Foi dada a largada
I Etapa do Campeonato Sergipano de MTB
Início dia 10/03, às 9h, no povoado Cardoso, em São Cristóvão-SE.
Vamo botá pá rodar!!! Uhuuuuu!!! Participe!
Vamo botá pá rodar!!! Uhuuuuu!!! Participe!
Inscrições: bikesergipe.com.br
e nas lojas: Magazine Bike Show e Ecociiclo
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Trilha em Lagarto - Cachoeira do Saboeiro



Lá embaixo, majestosa, a vista da Cachoeira é
de encher os olhos, rochas, vegetação, o rio, tudo é muito belo. A natureza em
seu estado pleno.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Para começar a pedalar em trilhas
1. ESCOLHENDO
A MOUNTAIN BIKE

Várias pessoas já passaram pela mesma
situação: estavam sem informação alguma, mas queriam comprar uma bicicleta para
fazer trilhas. Nova ou usada? Uma bicicleta top de linha, ou uma mais simples
para ir trocando os componentes aos poucos? Qual a diferença entre as marcas e
os modelos? Por que as bicicletas de supermercado são inadequadas e as das lojas
de bikes são boas? Quais são os requisitos de uma bicicleta para rodar na
cidade e para fazer uma trilha? Todas essas dúvidas são constantes a muitas
pessoas. Portanto, tempo gasto em pesquisa em lojas é dinheiro economizado.
2.
EQUIPAMENTO DE BORDO

·
Água,
levada em garrafinhas presas ao quadro ou em mochilas de hidratação (a
quantidade depende da duração da trilha e dos pontos de reposição no caminho).
·
Comida,
de acordo com as preferências pessoais: barras de cereal, sachês de carboidrato
em gel, sanduíches, frutas, biscoitos (as quantidades igualmente dependem da
extensão da trilha e de pontos de alimentação no percurso).
·
Kit
de remendo de câmara de ar: bomba de ar, lixa, remendos, cola e espátulas
(material vendido em bicicletarias; trocar a câmara é um procedimento simples,
que pode ser aprendido com um ciclista experiente).
·
Câmara
reserva – algo opcional, mas que economiza o reparo ao menos da primeira vez em
que o pneu furar, e é raro furar pneu duas vezes na mesma trilha.
·
Óleo
lubrificante da corrente, para uma possível reaplicação durante a trilha – em
situações com muito barro, água ou areia, é bastante recomendável.
·
Saca-corrente:
reparar uma corrente partida também é algo relativamente simples, e pode ser
explicado por alguém que já tenha feito a troca.
·
Chaves,
documentos, dinheiro, celular – apenas o estritamente necessário, e embalado em
um plástico impermeável, a salvo do suor e de uma possível chuva. Um celular
pode ser fundamental em emergências.
·
Antes
de sair de casa, repasse seu check-list e confira seu equipamento: verifique a
calibragem dos pneus e da suspensão e o aperto das blocagens. Periodicamente,
verifique as pastilhas de freio, para não ficar sem elas no meio da trilha.
Saia sempre com a corrente lubrificada.
3.
COMPORTAMENTO NA TRILHA

·
Ao
encontrar uma porteira ou tronqueira (colchete) fechada, deixe-a fechada. Se
estiver aberta, deixe-a aberta. Deixe-a sempre como a encontrou, ou poderá
causar problemas a terceiros, com gado mudando de terreno ou fugindo. Se
estiver pedalando em grupo, avise sempre a quem vem atrás de você se ele deve
fechar ou deixar aberto, e ele deve fazer o mesmo com o ciclista seguinte, até
o último.
·
Ao
chegar de carro em algum lugarejo onde vai começar o pedal, evite som alto e
gritarias, sobretudo se for cedo. Lembre-se que esses locais são calmos, e você
é que é a visita – portanto, você é que deve se adequar ao ambiente.
·
É tão óbvio que nem
merecia ser comentado: leve todo o seu lixo de volta. Não deixe pela trilha
embalagens de sachês de carboidratos, barras de cereais, biscoitos, enfim,
nada.
·
Cumprimente
os passantes que encontrar pelo caminho: lembre-se que esse ainda é um hábito
comum nas regiões rurais.
·
Quando
cruzar com motociclistas ou motoristas, avisar a ele quantos ciclistas faltam.
Se forem mais de cinco, fazer aquele sinal de “muitos” com a mão, abrindo e
fechando os dedos.
·
Se
estiver numa subida ou descida técnica e estreita, e precisar empurrar, procure
retirar sua bicicleta do caminho o mais rápido possível, para que o ciclista
que vem logo atrás possa tentar “zerar” o trecho.
·
Quando
precisar “ir ao banheiro” no mato, afaste-se de cursos d’água. Muitas águas em
trilhas são captadas e usadas para consumo. Não deixe fezes descobertas, porque
elas podem contaminar bichos da região.
·
Em
descidas, quando for ultrapassar um ciclista mais lento, gritar “direita!” se
for ultrapassá-lo pela direita, e “esquerda!” se for passar pela esquerda.
4. DICAS AO INICIANTE EM TRILHAS DE MTB
1.
Evite pedalar sozinho em uma trilha, procure sempre um grupo com experiência,
que conheça bem os pontos da trilha e que tenha feito um bom planejamento do
evento;
2.
Faça uma revisão de tudo que você vai precisar. Revise com antecedência, desde
a bike até os seus kits de alimentação e primeiros socorros. Tenha certeza que
seu equipamento está em perfeito estado de funcionamento e sempre carregue
utensílios que podem vir a ser úteis. Nem tudo você vai usar, o problema é se
faltar;
3.
Procure saber com antecedência todas as informações: horário e ponto de saída,
horário e ponto de chegada, que tipo de trilha você vai enfrentar, qual a
quilometragem, o nível de dificuldade e, se auto-avalie para saber se você vai aguentar.
Chegue cedo, não seja o biker que vai atrasar todo o evento;
4.
O aquecimento é muito importante antes de entrar na trilha. Aqueça pelo menos
vinte minutos antes. Como aquecer? Pedale sobre a sua bicicleta girando
levemente as pernas em uma marcha leve, aproveite para ir testando suas marchas
e freio. Sinta sua respiração. Acorde os músculos e comece a sentir seu corpo
já que ele será o seu motor na bicicleta;
5.
Não deixe rastros, a não ser, é claro, as marcas de seu pneu! Quando estiver em
uma trilha, seja cuidadoso para não deixar para trás o seu lixo, se for o caso
leve um saco plástico para poder recolher os restos;
6.
Se precisar entrar em propriedade particular, peça permissão. Sorria, fale com
os moradores locais, diga “bom dia”, faça amizade. Eles sabem muito mais do
local que você.
7.
Controle a sua bicicleta. Um momento de desatenção pode causar um sério
acidente. Não brinque de soltar às mãos, a velocidade em excesso pode ser
perigoso para você e para as outras pessoas. Faça silêncio, escute e aproveite
a natureza local;
8.
Não moleste os animais. Animais silvestres podem se assustar com o barulho. Ao
avistar ou escutar um animal, faça silêncio. Se você se deparar com uma cobra,
por exemplo, deixe-a passar, pois ela só atacará ao sentir-se acuada, lembre-se
você está invadindo o espaço dela;
9.
Procure ir gravando os pontos principais da trilha, você defini esses pontos,
pois, ao se perder do grupo procure voltar para o ultimo lugar que esteve antes
de se perder. Espere alguns minutos se ninguém aparecer tente voltar para o começo
da trilha. Um bom apito ajuda você vai quebrar a regra do silêncio, mas a sua
segurança é mais importante; e
10.
Divirta-se com inteligência e respeito, a natureza agradece.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Treinamento de Ciclismo para a saúde
O principal
benefício do ciclismo em relação à corrida seria a drástica redução das cargas
de impacto sob as quais as articulações são submetidas durante o processo de
treinamento de corrida em longo prazo.
A hipertrofia
está diretamente relacionada ao limiar de excitação das fibras de contração
rápida que só são atingidas em sobrecargas muito elevadas. O grau de
hipertrofia gerado pelo ciclismo dependerá do nível e tipo de treinamento, e
principalmente pela genética do atleta. A médio e longo prazo, o treinamento de
ciclismo acarretará um processo de ganho de massa que estará diretamente ligado
as características do treinamento e as individuais do atleta. É um erro comum
achar que o ganho de força está diretamente ligado "somente" a
hipertrofia. Atletas escaladores (subidores de montanha) precisam de força e ao
mesmo tempo não podem ficar "pesados”, com uma massa muscular muito
avantajada que refletirá em mais peso para carregar. Já os atletas de sprint
precisam de uma massa muscular avantajada a fim de obter potência (força +
velocidade = explosão).
Os suplementos a
serem utilizados dependerão de vários fatores que englobam o treinamento.
Geralmente em treinamento de alto nível são feitas constantes mensurações de
variáveis metabólicas a fim de se constatar a necessidade de tipos específicos
de suplementação. No dia a dia é comum usar suplementos repositores de energia
ricos em carboidratos, visando manter o nível de glicose sanguínea que
diminuirá a velocidade de degradação do glicogênio muscular (retardando a
fadiga periférica) e do glicogênio hepático (retardando o processo de
catabolismo gerado pela obtenção de energia proveniente de outras vias
metabólica que não a glicose).
É possível
diminuir a concentração de gordura e aumentar o volume de massa muscular com o
treinamento de ciclismo. Isso dependerá do tipo e tempo de treinamento e
principalmente pela ingesta calórica. O emagrecimento é matemático. É
necessário investigar a necessidade de ingestão em relação ao gasto promovido.
Além disso, o emagrecimento independe da modalidade praticada, o que será
fundamental é o gasto energético promovido e o consumo calórico do praticante.
Durante a corrida ocorre um maior consumo de oxigênio nos músculos dos membros
superiores em relação ao ciclismo por causa do gesto motor mais abrangente. Em
pessoas com sobrepeso elevado, a ausência do impacto articular do ciclismo em
relação à corrida favorecerá o emagrecimento em longo prazo, em virtude da
menor probabilidade de lesões (contribuirá para a continuidade no esporte).
Fred Magro CREF:
Nº27909-G/RJ
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Treinamento para Mulheres
Que diga um dos experts no trabalho com mulheres, o técnico da
Bernardinho, que por muitas vezes é considerado duro, severo e impaciente, mas
também compreensivo, amigo e doce. Trabalhar com mulheres necessita, ainda
mais, reconhecer os próprios erros e valorizá-las nas conquistas, tudo isso de
maneira muito especial.

As mulheres diferem dos homens em diversos aspectos, sendo
alguns deles: menor quantidade de massa muscular, maior percentual de gordura
corporal, menor força absoluta, perfil hormonal e características
antropométricas. Além disso, as mulheres possuem comportamento diferenciado,
seja nos momentos de maior estresse como também nas vitórias.
Diante disso pode-se afirmar que as mulheres são o sexo frágil?
Não, esse conceito é totalmente errado. Elas podem e devem ser cobradas
veementes, assim como fazemos com os homens, contudo, de maneira diferente e de
acordo com as suas particularidades, apenas isso.

Quando nos referimos ao treinamento esportivo para mulheres é
muito comum utilizarmos conceitos que deveriam ser aplicados somente aos
homens. Um dos motivos para esta constatação é que a maioria dos estudos
relacionados ao esporte (treinamento, nutrição, biomecânica e fisiologia), por
inúmeros motivos, é realizado apenas com homens, mas que as conclusões, embora
pertinentes, são aplicadas às mulheres.
Um exemplo disso são as dietas de supercompensação de
carboidratos, que pode ser definido como uma sobrecarga alimentar de alimentos
ricos em carboidratos para aumentar os estoques de glicogênio no organismo, não
funcionam da mesma maneira entre homens e mulheres.
Além disso, o desempenho pode ser afetado pela fase ou período
da qual a mulher se encontra. Durante o ciclo menstrual a mulher pode sofrer
variações no desempenho devido às alterações fisiológicas e também no estado
emocional.
Vixi, quanta informação! Então não existem semelhanças entre
homens e mulheres em relação o treinamento? Só há disparidade? Essa indagação
já foi tema de diversos trabalhos científicos, alguns deles quebraram o
paradigma da superioridade masculina.
Alguns autores afirmam que as mulheres são tão ou até mais
beneficiadas com o treinamento de força quanto os homens. Muita calma antes de
tirarem conclusões erradas com esta afirmação e imaginarem o ganho exacerbado
de músculos e a perda da feminilidade.

Desde que sejam respeitadas as individualidades e
características femininas, os treinos podem realizados na mesma magnitude entre
ambos os sexos.
Além disso, os benefícios proporcionados pelo treinamento de
força acontecem na mesma velocidade
entre homens e mulheres. No entanto, os homens possuem cerca de 10 vezes as
concentrações de testosterona das mulheres, que explica, em parte, os maiores
ganhos na hipertrofia muscular nos homens.
Enfim, homens x mulheres, apenas diferentes em algumas situações
e com muitas semelhanças.
Prof° Ms Helio Souza , Graduado em esporte pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas (USP), pós graduado em Marketing e Administração Esportiva, preparador físico de atletas profissionais e amadores do ciclismo de estrada e do Mountain Bike.
O tamanho ideal do quadro da bicicleta
A escolha do tamanho do quadro é fundamental para um bom desempenho e conforto numa bicicleta, para fazermos uma comparação, imagine se um corredor ou um jogador de futebol calçasse uns números a mais ou a menos, a prática esportiva não seria impossível, mas difícil não é mesmo? Com a bicicleta não é diferente.
A medida determinante para a escolha do tamanho ideal do quadro não é a altura do ciclista, mas sim a medida do cavalo (da virilha a planta dos pés).
Antes de escolher o quadro é importante saber que temos dois tipos de medidas de quadro, uma para bicicletas do tipo speed em cm e outra para mountain bike que adota as medidas em polegadas. O quadro de moutain bike deve ser menor para ter mais agilidade nas trilhas, etc
Encontrando o tamanho ideal
Speed
A fórmula mais usada para encontrarmos o tamanho ideal é do engenheiro suíço Wilfried Hügg que é o cavalo * 0.65
Por exemplo, com a medida do cavalo de 74 cm, aplicamos 74*0.65, assim o quadro ideal é 48 cm.
Mountain bike

Por exemplo, com a medida do cavalo de 74 cm, aplicamos 74 : 2.54 -14 dessa forma o quadro ideal é 15.13 ver tamanho aproximado
Medindo o cavalo
Para medir o cavalo fique em pé (descalço) com as pernas esticadas, com uma trena veja quantos centímetros tem do chão a virilha.
Medindo o quadro
Speed
Medimos o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal.
Mountain bike
Medimos o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
História do Aracaju Pedal Livre
Pedal livre o nome já diz tudo o que um ciclista off-road ou o
estradeiro de asfalto gosta de fazer em sua bike , estar livre para ir onde o
vento indica ou quando tem um guia que conheça lugares interessantes.
Pensando nesse estilo de vida foi idealizado por volta de 2006 a 2007 um
passeio que começou com alguns ciclistas que depois de escolhas de alguns nomes
para o passeio que saia da A Bimocar todo sábado ás 16 horas com guias na época
originalmente era Magal, Junior no carro de apoio, Beto, Robson, André, Gladson
e Messias mais outros que no meio dos participantes ajudavam durante o caminho.


Patrocínios de lojas de bicicletas vieram a
trazer mais pessoas, pois uma dos objetivos era a melhora das vendas das lojas
participante e também melhorar e aumentar a quantidade de pessoas pedalando
revitalizando o estilo de vida em duas rodas seja no asfalto ou off-road.

Por Sidney Ricardo Santos Gomes (Magal)
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Matéria com o Grupo Vida de Bike
Foi ao ar nesta sexta-feira 15 de fevereiro, uma matéria com o grupo Vida de Bike, onde nesta alguns dos seus integrantes falam dos benefícios que encontraram com o passeio ciclístico do grupo.
A matéria foi exibida pela Tv Atalaia.
A matéria foi exibida pela Tv Atalaia.
MTB ARO 26, ARO 29 OU 27,5 - QUAL É O MELHOR TAMANHO DE RODA?
O Esporte do Mountain Bike vive um grande momento de transformação, por mais que as bicicletas tenham evoluído em relação aos materiais de construção e na leveza e eficiência de algumas peças, faz tempo que não havia uma revolução conceitual.

Para isso criamos um novo episódio da
Escola de MTB, falando exatamente do tema. Assista ao nosso vídeo e tire suas
dúvidas a respeito do tema.
Tamanho de Rodas:

Isso se explica pois na época da
criação das mountain bikes esse era o formato de aro mais comum e na época só
existiam pneus largos nesse tamanho.
Hoje a indústria evolui e temos uma
infinidade de aros, pneus, suspensões e quadros que comportam diferentes tipos
de roda.
Então porque não experimentar?
Aro 29
As Bicicletas Aro 29 vivem uma
verdadeira febre no momento. Se as primeiras aro 29 tinham alguns problemas, as
bicicletas 29, hoje são bem diferentes: ágeis, leves e rápidas.
Com rodas maiores fica mais fácil de
passarmos sobre obstáculos. Rodas maiores oferecem também uma maior área de
contato com o solo o que ajuda nas curvas, na frenagem e na tração em terrenos
difíceis.
Na descida, as rodonas também levam
vantagem sobre as rodas 26 pois descem mais rápido e mantém mais facilmente a
velocidade conquista.
Hoje temos rodas de aro 29 quase tão
leves quanto as aro 26 o que aproxima muito o desempenho das duas bicicletas.
Uma das desvantagens das primeiras aro
29 era que as 29 não eram tão rápidas nas curvas e um pouco desajeitadas em
single tracks muito fechados. Os fabricantes hoje conseguiram mudar a geometria
da bike deixando-a bem mais rápida.
Desvantagens das 29
As 29 são um pouquinho mais pesadas do
que as 26, nas subidas, é importante atacar a subida com mais velocidade pois
as rodonas são melhores de manter a velocidade. Em subidas mais íngremes isso
pode ser uma desvantagem se o atleta deixar a velocidade cair muito e tiver que
reacelerar.
Outra desvantagem das aro 29, é para
alguns ciclista menores que não se sentem confortáveis nas aro 29. Esse foi o
caso do Nino Schurter que não se sentia confortável na 29 e pediu que a Scott
desenvolvesse um aro intermediário, dai surgiu todo o buzz das 27,5.
E as 650b (ou 27,5”)?
As rodas 27,5 (650b) já são realidade
no mercado de bicicletas.

Marcas de rodas suspensões e pneus
apostam no novo formato. A Maxxis trará para o brasil os Crossmark aro 27,5, relação
de Marchas Ideal Independente do tamanho de rodas que você escolher é
importante considerar a sua relação de marchas.
Estamos vivendo uma pequena revolução
também na relação das bicicletas, e isso pode te deixar confuso
A fisiologia do ciclismo em prol do mountain biking
SPEED X
MOUNTAIN BIKE
Treino de Speed é bom para Mountain Bike e vice-versa?
Hugo
Prado Neto (treinador), fala sobre um assunto que todos os ciclistas de
mountain bikers debatem constantemente: uso da bike de speed para treinos de
MTB.
Mas
o mestre Hugo se superou mais uma vez. Ele elaborou um artigo – digno de
"enciclopédia" – relacionando não só o uso da primeira opção, mas o
oposto: MTB para treinos de Speed.
Com
uma explicação, simples, dinâmica e descontraída, Hugo mostra porque é
considerado um dos maiores treinadores de bicicletas do país. Confiram:
“Os
atletas de MTB me perguntam: é interessante ter uma bicicleta de “speed” para
eu treinar”? Na verdade os ciclistas nunca me perguntam o oposto, mas também
para o ciclista é interessante efetuar treinos de MTB? Do ponto de vista da
fisiologia do exercício, a resposta para as duas perguntas é um afirmativo SIM.
Existe ainda o fator psicológico que também conta muito na hora: dar uma mudada
de ares.
Treinos
de Speed para o Mountain Bike
Vamos
começar pelo uso do ciclismo (bike de speed) a favor do mountain bike. A base
como todos devem saber é o primeiro componente de um treinamento metódico e bem
feito. Esta fase envolve uma intensidade baixa para estimular o uso da gordura
como primeira fonte de energia (isso ensina o corpo a economizar glicogênio), com um volume alto para
estimular as células e enzimas responsáveis pelo sistema aeróbico. É muito mais
correto efetuar a maioria dos treinos de base em outras fases na bike de speed,
por que:
1
- O estímulo aeróbico é bem maior uma vez que, o treino na speed o ritmo é
constante e melhor para monitorar – o pedal sai redondo. Se você treina de MTB,
a cadência, a velocidade e a potência não serão constantes. É claro que por
questões financeiras o atleta pode "tunar" sua MTB para ser utilizada
no asfalto. Melhora sim, mas não substitui totalmente pela bike de speed. Tendo
falado isso, na fase de base é importante que o atleta ande pelo menos 2 vezes
por semana em sua MTB, considerando que um treinamento deve conter no mínimo 4
dias de treinos por semana.
2
- Vários intervalos específicos devem ser efetuados na speed para ter uma maior
repetibilidade e também para que o atleta não desfoque dos intervalos por causa
de pedras, obstáculos que exigem técnica e terreno variado de MTB; o que
obviamente vai atrapalhar por completo o objetivo específico de cada intervalo.
3
- O medidor de potência é a melhor ferramenta para um treinamento ideal, mas
seu alto custo impede até mesmo os atletas – com condições – de terem um desses
na speed e na MTB. Eu, por exemplo, só tenho na minha speed e TODOS os meus
intervalos específicos são feitos na bike de speed. Divido meus treinos em 50%
de ciclismo e 50% de MTB.
4
- Por fim, porque vocês acham que um atleta especialista em provas de maratona
não tende a ir bem nas provas de XC? Na minha opinião, o principal culpado se
chama sistema neuromuscular. Os atletas de maratona tendem a girar mais e
manter um ritmo constante, assim o sistema neuromuscular desses bikers foram
ensinados durante anos a manter uma velocidade de perna alta (cadência), sem
alterar muito o ritmo de pedal, igual acontece nas provas de XC. Torna-se
evidente que o treinamento com uma bike de ciclismo na estrada vai ajudar muito
esses atletas ou os iniciantes que querem andar bem de maratona.
E
os ciclistas? O que eles ganham nessa troca?
Quem
acha que ciclismo não exige técnica e habilidade sobre duas rodas esta
ligeiramente enganado. Lance já nos provou isso no Tour uma vez lembram? Aquela
cena foi clássica e histórica. O mountain bike pode ajudar os ciclistas a evoluírem
no ciclismo nas seguintes hipóteses:
1
- Como comentando o uso esporádico de uma mountain bike para um ciclista pode
ajudá-lo a adquirir técnica, fazendo com que esse atleta tenha mais sucesso.
Podendo evitar colisões desviando corretamente de carros em treinamentos e
caminhoneiros que insistem em manter a ignorância de não nos respeitar, e
simples obstáculos como um buraco ou um "bump" em uma estrada.
2
- Além da técnica, o ciclista pode também ter uma MTB para aliviar um pouco
mais os impactos diários dos treinos de ciclismo. Um ciclista acima de 50 anos
com hérnia de disco, por exemplo, por mais que tenha a melhor bicicleta de
speed, vai encontrar em uma boa mountain
bike maior conforto e alívio para as suas costas e seu corpo em geral.
3
- O mountain bike para o ciclista pode também ajudá-lo a trabalhar alguns
membros superiores com mais afinco, ajudando o mesmo a obter um melhor
equilíbrio muscular.
4
- Na OFF SEASON, fase da periodização, caracterizada por um descanso ativo
através de outras atividades físicas, o ciclista pode encontrar no mountain
bike uma segunda alternativa para se manter ativo depois de uma cansativa
temporada na magrela, fazendo assim uma manutenção da forma física junto a
natureza, envolvendo outro esporte de pedalar.
5
- Por fim, parece bobagem, mas o mountain bike é uma atividade longe de grandes
cidades urbanas que são bastante poluídas. Dizem que morar na poluição da grande
São Paulo equivale a um ser humano fumar dois cigarros por dia. Como tenho
certeza que todos nos temos NOJO dessa droga, praticar o mountain bike pode dar
uma aliviada até nos seus pulmões.
Bom,
se você pedala mountain bike ou ciclismo já está de bom tamanho, mas espero que
esse artigo abra ainda mais o horizonte de todos vocês sobre os benefícios dos
dois esportes em prol do outro. Boa sorte aos ciclistas e mountain bikers, acho que deu para
perceber que somos de um só planeta: o planeta da saúde, do esporte, do
desafio, da conquista e da disciplina em cima de 2 rodas!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Corrida Cidade de Aracaju
Foi lançada nesta
segunda-feira, 4, a 30ª Corrida Cidade de Aracaju, que engloba a 9ª Corrida
Especial e a 1ª Corrida da Juventude. O evento, que será realizado no dia 17 de
março, faz parte do cronograma em comemoração ao aniversário da cidade de
Aracaju. O lançamento da corrida, realizada pela Prefeitura através da
Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), aconteceu no Centro
Administrativo Prefeito Aloísio Campos.
O secretário de Comunicação,
Carlos Batalha, iniciou o lançamento da Corrida Cidade de Aracaju e enfatizou a
atividade como parte dos 158 anos da cidade de Aracaju. O vice-prefeito, José
Carlos Machado, que na ocasião representou o prefeito João Alves Filho,
parabenizou o trabalho e a iniciativa da Semel, pela criação do Sistema de
Inscrições Online (Sion).
"O Sion facilita as
inscrições e possibilita maior número de inscritos", destacou. O
vice-prefeito também elogiou a 30ª edição da Corrida pela inclusão da juventude
e ressaltou o compromisso da gestão de João Alves com o esporte. "Temos
que ocupar nossa juventude com atividades sadias. Ocupar áreas públicas com
espaços de esporte e lazer é nosso compromisso" enfatizou.
O secretário de Esporte e
Lazer, Carlos Eloy, falou sobre a corrida, que será o primeiro grande evento
organizado pela atual gestão da pasta. "A corrida já é comemorada há 30
anos. Para este ano, temos um total de quase R$ 86 mil em premiações, o que
chama atletas de outros estados e até mesmo países, reforçando a dimensão e
importância deste evento", ressaltou.
Inscrições
As inscrições para a 30ª
Corrida Cidade de Aracaju já estão abertas e podem ser realizadas até o dia 1º
de março. Os interessados podem acessar o site da Prefeitura e efetuar a
inscrição. O sistema também disponibiliza informações, vídeos com o percurso, fotos,
resultados e contato para outras informações.
Residentes de Aracaju estão
isentos da taxa de inscrição, mas para residentes de outros municípios é gerado
um boleto com a taxa de R$ 50.
Excepcionalmente para quem
não possui acesso à internet, a Semel disponibilizará a realização de
inscrições presenciais em três locais: Parque da Sementeira, Mirante da avenida
13 de Julho e Centro. A data para o início das inscrições presenciais ainda
será divulgada.
Percursos
Serão 25 quilômetros
percorridos pelos participantes da corrida principal. A largada é em São
Cristovão, com chegada na Praça Mini-Golf (avenida Ivo do Prado). Já a 1ª
Corrida da Juventude (faixa etária de 16 e 17 anos) e a 9ª Corrida Especial
percorrerão três quilômetros. A largada será às 16h na Praça da Bandeira.
A 30ª Corrida Cidade de
Aracaju abrange 43 categorias. As premiações para a Corrida principal somam um
total de R$ 74.800,00, e R$ 10.800,00 para a Corrida Especial. Os demais grupos
e categorias serão premiados com medalhas e troféus.
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